sexta-feira, 1 de maio de 2009

O DESEMPREGO PERMANECE

Nesta década, a economia brasileira vem se caracterizando por um processo de reestruturação produtiva, aliado à diminuição do crescimento econômico, implicando uma baixa capacidade de geração de postos de trabalho. O crescente desemprego observado neste período, decorrente deste processo, não mereceu ou vem merecendo por parte dos governos a atenção que sua evidente gravidade merece.
Para que o nível de desemprego pudesse inverter o movimento ascendente verificado nesta década, seria necessário que o ritmo de crescimento da produção de bens e serviços fosse associado a um crescimento vigoroso e sustentado da economia, o que não vem ocorrendo.
O primeiro semestre deste ano foi caracterizado pelo aumento dos patamares das taxas de desemprego, decorrente, especialmente, da instabilidade econômica relacionada à questão cambial. Nesse sentido, alguns aspectos do aumento do desemprego neste período devem ser considerados.
Para as regiões metropolitanas onde é realizada a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) - São Paulo, Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Recife e Salvador -, o ano de 1999 vem registrando patamares significativamente mais elevados. No mês de abril, na Grande Belo Horizonte, Distrito Federal e Grande Porto Alegre, as taxas de desemprego se situavam, respectivamente, nos patamares de 18,4%, 22,1% e 19,2%. A Grande São Paulo registrou, em maio, uma taxa de desemprego de 20,3%, sendo o contingente de desempregados estimado em 1.822.000 pessoas.

3 comentários:

  1. O difícil é vc conviver com essa situação durante muito tempo.Muitos enganam, principalmente aqueles que estão envolvidos na política.Depois que se arrumam esquecem que a gente existe.

    ResponderExcluir
  2. Ninguém merece passar por essa situação.

    ResponderExcluir
  3. A crise cada vez tem piorado o setor financeirodo brasil e do mundo.

    ResponderExcluir